Às vezes, algumas pessoas me perguntam qual o meu livro de cabeceira. Logo descobri que tenho dificuldade de responder ao questionamento. São inúmeros os livros de cabeceira, porque a diversidade da vida não me deixa aquietar o olhar em um só tipo de leitura. Preciso constantemente de livros de literatura, de livros técnicos e práticos, de livros técnicos e teóricos, de revistas. Ir de um estilo de escrita a outro, com ritmos e abordagens distintas, me ajuda a olhar a vida com poesia e crítica. Uma sem outra, torna a visão ou muito dura, ou muito romântica. “Hay que endurecerse pero sin perder la ternura jamas!”
Livro de cabeceira
15 quarta-feira fev 2012
Posted in Leitura, Poesia, Questões epistemológicas

Ler é ver o mundo pelo e olhar do outro, é (re)descobrir o que perdeu-se no caminho. E cada momento da vida, ou poderia dizer do dia, aliás, cada estado da alma tem sua leitura específica. Necessário é estar aberto ao novo e deleitar-se com a dilatação de si. Afinal, nada substitui a memória de um texto…